quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Tá-se bem por Ourém 03-XCVIII: Cooperativa das tangas, pelos amigos, a saque dos euros…

Mais uma boa notícia de Natal, envolvendo vários amigos políticos próximos do nosso Presidente Paulo Fonseca.
De estranhar, como é que pessoas tão íntegras se colocam a jeito destas coisas….
Dois ditados me aprazem dizer, neste dia:
“À mulher não basta parecer séria, tem que o ser”;

“Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.”


terça-feira, 24 de dezembro de 2013

BOM NATAL

A todos os amigos, menos amigos, companheiros, colegas, camaradas, ou o que lhe queiram chamar, um Santo e Feliz Natal.
A equipe do CAFÉ EXPRESSO:

Márcio "Café" - Editor de Política
Fernando Marto - Editor de Economia


sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Tá-se bem por Ourém 03-XCVII: Quando a incompetência também tem perna curta

Um dos argumentos parece ter sido os dados dos Censos 2011, que evidenciam uma tendência pouco positiva da população do concelho.
Muito interessante, segundo o Júri, “este é um dado fundamental para a percepção da fragilidade desta concessão, atendendo às suas características no que diz respeito à sustentabilidade económico-financeira uma vez que as receitas assentam sobretudo nos caudais drenados, tanto maiores quanto mais clientes/população existir”.
O mais engraçado é que o caderno de encargos para a concessão já foi elaborado tendo em conta os dados dos Censos 2011, conforme dado conta à data no site do município, pelo que os argumentos são apenas e só folclore, um atirar de areia para os olhos dos oureenses, já que o que sabe hoje é o mesmo e tão só aquilo que se sabia no lançamento do concurso de concessão.
Na altura do lançamento do concurso, como relata O Mirante, Paulo Fonseca dizia vivermos no concelho terceiro-mundista, estávamos segundo ele, perante um crime ambiental, etc, etc..
A única conclusão é esta:
Não tem nada a ver com dados sobre a procura, o não avançar para o alargamento da rede de saneamento básico, tem sim a ver com a incompetência gritante que fez protelar durante 4 anos um assunto de vital importância (nem o biólogo “querquista” fez andar a coisa).
Mais uma vez a escapatória para o assunto é a mentira, que felizmente tem perna curta.
Não há dinheiro já se sabe, mas a pouca tenacidade mental e a seriedade de ideias pouco esclarecida fazem que, ao fim de dois mandatos este senhor possa continuar a dizer que vivemos num concelho terceiro-mundista, governado (digo eu) por um totalitarismo de quarta categoria.

Haja paciência… e muita, muita tolerância.

Em Julho, em vésperas de eleições, tudo eram Rosas.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Tá-se bem por Ourém 03-XCVI: De que vivem os territórios?

Bem, os territórios vivem cada vez mais de estratégia, a forma como se posicionam, se potenciam e aparecem no mercado global. Há que os dotar de uma visão empresarial, a forma comercial como podem atacar investidores, visitantes, residentes, etc..
A face visível dos territórios são, particularmente, os seus representantes civis, aqueles a quem cabe a batuta, o ser timoneiro de um barco, maior ou menor, consoante as circunstâncias.
Os territórios são pois desiguais, em escala, em recursos, pelo que, o que pode ser um bom resultado num, noutro será apenas medíocre.
A partida é feita em linhas separadas, uns sobrevivem, outros têm que sobressair à média.
O mais importante nesta afirmação ou sobrevivência dos territórios é portanto a capacidade dos seus líderes, a sua tenacidade e sabedoria.
Em Ourém vive-se ainda de muito amadorismo, longe dos Moreiras aqui do norte, os líderes são bem falantes, mas superficiais, têm boa imagem mas não transparecem solidez.
Aqui no Porto foi feito, por exemplo, um pequeno reforço das verbas para as festividades de Natal, em contraciclo, é certo, mas com a certeza que o retorno para o tecido económico e social da cidade será em efeito multiplicador.
O que acontece em Ourém?
Do que me dá a ver das minhas visitas, do que vi nos cartazes, nada. Literalmente nada, umas flautas e umas gaitadas, mas não acontece “nada”.
Sim, não há dinheiro!
Respeito isso, mas não há estratégia que sobreviva sem coerência e sem consistência. De que valeu o dinheiro que se gastou em Fátima, “Cidade Natal”, senão houve continuidade?

Sem essa consistência foi realmente dinheiro mandado aos ares, por pena, pois o nosso território tem capacidade e visibilidade, infelizmente tem sido governado, há muito tempo por esta parte, por abelhudos.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Tá-se bem por Ourém 03-XCV: Charlatão? Nah...

Há pessoas que são mentirosas compulsivas, mentem, mentem, tentam enganar, fazem publicidade que até mete dó.
É no fundo um problema clinico, quiçá uma doença profissional (de político).
Desta vez foi o Dr. Helder Farinha, novo médico na cidade, que passou um atestado clínico onde mostra que é necessário benevolência para com o nosso edil.
Doença é doença.
Basicamente acusa-o de mentir, de fazer aproveitamento político com a sua chegada à cidade.
Pois é Dr., vá se habituando, são coisas que a medicina ainda não cura.
Mais desenvolvimentos, aqui.
Fonte: O Mirante

sábado, 7 de dezembro de 2013

Tá-se bem por Ourém 03-XCIV: Vai uma sadinha?

O contexto era difícil, as soluções escasseavam, eis então que o menino guerreiro, com a irreverência na guelra, achou que faria o que outros não tinham conseguido.
Claro, o Padre Pereira não era mais que um pequeno caduco, a antiga direção e os corpos sociais um conjunto de analfabetos (como diria Rui Alves o Presidente do Nacional da Madeira recentemente sobre dirigentes desportivos), e tumba!
Como eu sou o maior, e o brasileiro um gajo porreiro, toca a avançar com SAD e sadinhas.
É uma maravilha, um ex-treinador de primeira divisão, ex-internacionais franceses, upa, cacete. Vinha tudo, menos o dinheiro!
E a teimosia do menino virou a desgraça do navio.
Deram-lhe o leme, o barco ia velho e doente, mas ele acelerou de mais e rebentou o motor.
Agora?
Assobiar para o ar…




quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Tá-se bem por Ourém 03-XCIII: Política da Santa Parvalhice II

O Presidente da Autarquia veio justificar, na última reunião de Câmara (como dá conta o jornal O Mirante), que as suas declarações foram deturpadas, no que respeita ao facto do Santuário de Fátima não pagar IMI.
Ou seja, diz o autarca que a frase “considero uma tremenda injustiça o facto dos imóveis da igreja estarem livres de impostos”, foi deturpada.
Ora, tudo o que se entenda da dita frase, não é verdade. Estranho: O que se lê, não é o que se lê, o que se disse não é o que se disse, é isso?
Já tenho os miolos tortos…
Obviamente que o que se lê é o que se lê, e o que foi dito foi mesmo o que foi dito.
Daí o autarca acrescentar que “esta anomalia fiscal que existe no concelho de Ourém não se verifica em mais nenhum concelho do país”. É necessário que o Estado, que gere este assunto, desenhe e construa critérios de justiça para o concelho de Ourém”.
Concordam?
Eu não, é ridículo, como toda a atuação da Câmara de Ourém face ao Santuário.
O Santuário indiretamente gere uma riqueza muito superior ao que a Câmara arrecadaria em IMI, daí que mais valia estar calado sobre este assunto.
Mais uma guerrinha aberta sem sentido.

Se eu fosse um autarca dos restantes municípios queixava-me era de não ter um Santuário de Fátima e, por esta linha, pedia ao governo central que construi-se critérios de justiça para o meu concelho. Leia-se que viabilizasse um santuário mariano nos restantes 307 territórios.

Fonte: O Mirante

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Tá-se bem por Ourém 03-XCII: Política da Santa Parvalhice

Ourém possui em Fátima o seu melhor ativo e no Santuário de Fátima a sua melhor valência. É indubitável e primário, todos sabemos que é verdade.
Crentes, menos crentes, que se lixe: Fátima é a nossa bóia de salvação e o motor da nossa economia.
Provem-me o contrário se estiver errado.
Só por isso deveríamos manter uma relação privilegiada e cooperante com o Santuário, outras razões não houvessem.
Mas existem, é um dos maiores empregadores do concelho, e uma instituição de referência a nível nacional. Existiam 307 municípios que fariam tudo “para ter no seu território um Santuário Mariano de Fátima”!!!!
Mas como de 308 sobra 1, então nós damo-nos ao luxo de hostilizar o Santuário. Vejam estanotícia, na qual Paulo Fonseca mostrou asrelações tensas existentes entre o município e o Santuário”.
Sim, que venham as geminações, as traquitanas todas das internacionalizações, que venham os congressos sobre turismo religioso, que venha tudo isso, mas trate-mos mal o Santuário.
Interessa assim tanto que o Santuário não pague IMI? Nem que fossem 2 milhões de euros por ano, que não são, confio mais nesse montante nas mãos do Santuário, que 2 euros nas mãos de determinado Edil.
Ah, é interesse público, ah e tal.
Sim, mas das isenções também não constam os partidos políticos, fundos de investimento imobiliário, instituições bancárias, etc e tal???
E estes, não deveriam pagar?
É uma vergonha Senhor Presidente, faça como nós economistas, estude o efeito multiplicador do Santuário na economia local, depois irá perceber que mais vale meter a viola dentro do saco e ir tocar para outra terra.
Claramente que o Santuário é um motor da nossa economia, e se ficam com uns euros pagos em impostos por ano (que ficam), fazem-se outros investimentos que nos ajudam em muito. Só a propósito, lembra-se do túnel que inaugurou em Fátima?
Sabe quem o pagou? Pois é….

Enfim, sabe, sinto-me tranquilo, porque você a mim não me representa.


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Tá-se bem por Ourém 03-XCI: Franceses,Brasileiros e Franceses?

A política de internacionalização do município de Ourém é um saco roto. 
Enche-se, enche-se e nunca fica cheio. 
Tanta geminação para quê? Que nos tem trazido?
Sem ser os gastos que certos eventos têm merecido, nada!
Esta internacionalização não é feita de forma minimamente eficaz, e está a anos luz de nos trazer algo que possa representar mais valias para o tecido económico do concelho.
Surgiu agora uma nova possibilidade, Bussy Saint-Georges, após Lourdes e Barueri. Tanta parra e pouca uva…
Conheço muito, mas muito bem os empresários do nosso concelho, e a minha pergunta é a seguinte: Que raio de internacionalização é essa que não os envolve?
Não há internacionalização, há uns contactos esporádicos que aliviam o pressing diário de alguns eleitos.

O resto é cantigas e publicidade barata. 
Frustrante conjugar a nossa atividade com tamanha incompetência.


domingo, 24 de novembro de 2013

Tá-se bem por Ourém 03-XC: Infelizmente....

Sim, infelizmente parece ser verdade, mas é triste.
Vinham ex-internacionais Franceses, vinha tudo, menos o dinheiro. Enfim, que situação tão fria (s)!!!

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXXXIX: OH FÁTIMA, ADEUS?

Não vou escrever muito, porque quem mais “fala” mais erra.
Além do mais estou um pouco afastado da realidade do “meu Fátima” para conseguir ter uma opinião segura e firme.
Sei contudo que as coisas não vão bem e, ao que parece, o famoso investidor é apenas e só mais um buraco que apareceu em terras de Fátima.
É triste, de ex-promessas de campeonatos maiores, ex-internacionais, até à debandada de alguns dos melhores jogadores (Kata, Pedro Emanuel, etc.). Dos salários em atraso, à instabilidade na equipa técnica, tudo acontece e a vida não vai fácil para as hostes grenás.

É pena, muita pena, mesmo.

Saudades?

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXXXVIII]: Estremaduras e Ribatejos

A Associação Ambientalista Quercus voltou a colocar Ourém no mapa, depois de denunciar irregularidades no processo de licenciamento de uma Fábrica de Cal.
Parece um episódio repetido de uma novela gasta, mas é algo que começa a ser recorrente no nosso concelho: Quercus + processos esquisitos + CMO + Fábrica de Cal.
Que bela receita, de uma malga que nunca mais tem fim.
Sinceramente não consigo descortinar a verdade, e por isso limito-me a relatar o que vi/ouvi/ li, em especial aqui na RTP.

O ambiente não é tudo, mas o “desenvolvimento económico” tem que ser regulado, as leis existem é para serem cumpridas.
Portanto, com ponderação digo apenas: Entendam-se!


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A idade é um posto

Quando chegamos aos 50 anos vamos percebendo algumas coisas, entre elas duas:

  • Já não raciocinamos da forma expedita de quando tínhamos 25;
  • Por mal dos nossos pecados os jovens começam a ultrapassam-nos.
São dois ensinamentos que começo a colher, e vou pondo as barbas de molho, já que quando chegar aos 60 ainda vou sentir de forma mais violenta essa realidade. Resta-me jogar por antecipação, usando a experiência.
Por estes dias existem duas personagens políticas em Portugal que deviam colher esses ensinamentos:
Mário Soares e Rui Machete.
"Porque não se calam?", eis a questão!!!
Quando Passos Coelho convidou o ex-BPN, certamente fê-lo por ser um homem calejado, por entender que Rui não iria claudicar perante a pressão externa exercida ao seu governo.
Enganou-se, o homem não dá uma para a caixa.
Por estes dias anda bem coadjuvado com Mário Soares, que decidiu andar por aí a mandar umas bocas que, infelizmente, só denigrem a imagem do "paizinho" da democracia.
Enfim, porque não se reformam e deixam o país em paz?!?



sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXXXVII]: Governabilidade Qb.

A governabilidade na versão Frazão/Fonseca é algo digno de ser considerado caso de estudo. 
É uma governabilidade qb.: Em doses diversas, consoante o gosto do protagonista maior. 
Já todos perceberam que essa governabilidade vai causar grandes dores de cabeça a Fonseca, pois do parceiro de "coligação" pode esperar tudo, menos  previsibilidade.
Como é que alguém percebe que, numa matéria sensível como o IMI, hajam duas propostas diferentes, uma do executivo PS, outra do Move?
Pior, como se explica que o Move só tenha retirado a sua proposta depois de ouvido um Técnico da Câmara Municipal, já que não "confiou" na argumentação do Presidente de Câmara.
Seria de esperar uma proposta conjunta, com a garantia de ser viabilizada, mas Frazão encenou mais um golpe que visava "sacudir a água do capote".
Estamos bem tramados. 
Mais sobre este episódio aqui.


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Para Gameiro ver...

Por carolice dediquei algum do meu tempo livre, que não é muito, a analisar a balança de pagamentos do Estado.
Agora que se discute o Orçamento Geral do Estado verifiquei que, desde há mais de 10 anos a esta parte, em apenas 11 meses (desde Janeiro de 2002) houve balanços positivos.
Nos restantes registou-se um deficit da balança de pagamentos, ou seja, em 92% da amostra.
Assim não há Estado que resista, não há bem-estar social que se prossiga.
Ainda por cima a maioria desses superávites registou-se em Janeiro, mês em que os pagamentos são reportados maioritariamente para os períodos seguintes.

Assim não há regra de ouro que nos valha…

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXXXVI]: Incompetência…

Segundo um Dicionário da Porto Editora Incompetência traduz uma característica de inabilidade, inaptidão. E é isso mesmo que melhor caracteriza o processo do Posto de Turismo de Fátima.
Por culpa da Região de Turismo do Centro, ou não, mas isso é o que menos interessa, estamos a passar uma imagem miserável de Fátima, do Concelho de Ourém e do nosso País, aos turistas que nos visitam.
Como é possível a situação ainda se arrastar?
Repara-se o “posto de turismo” funciona num centro comercial, e tem sido uma senhora que o tem aberto? Mas isto é o quê?
A mercearia da esquina, que quando não está a proprietária, a vizinha vai abrir a loja para vender um kg de açúcar?
Mas vocês andam a gozar com quem?!!!
Que raio de internacionalização é esta?
Uma câmara com tantos funcionários, com empresas municipais tão gordas, e não se cria um posto de turismo decente? Em horários compatíveis?
Que raio de autarcas estes?
Junta de Fátima, então pah? Ou vocês já nem funcionam e mudaram-se todos para a SRU Fátima?
Que incompetência tremenda. Então o nosso Presidente não se andou a gabar que o tinham escolhido para a Região de Turismo do Centro?
Pois, para um lugar inócuo, como alguém um dia disse.

Trapalhões, ainda querem o respeito dos empresários.





Tá-se bem por Ourém [03-LXXXV]: Legitimidade em dia de ditados populares…

O Presidente da Distrital Socialista, António Gameiro, contesta o novo guião da reforma do Estado, conforme notícia do Jornal Expresso que pode ser lida aqui.
De facto, o guião de reforma do Estado, bem que dá azo à expressão “a montanha pariu um rato”. Contudo a postura socialista, de negação da realidade e não contribuição para a sua resolução, não é de todo a melhor.
O povo paga, e bem, para ter uma oposição construtiva, que ajude a melhorar as decisões, não a miná-las.
Depois há sempre a questão de legitimidade, é que aqui por Ourém a política e gestão pública têm sido bem amadoras, com o apoio, conivência, defesa e apadrinhamento do deputado Gameiro.
É um caso para se dizer "diz o roto ao nu".

Por isso, que “venha o diabo e escolha”. 
Estamos bem entregues.
Será um "cada um tem o que merece"?

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXXXIV]: Não pode, porque não pode.

É mesmo isso, não pode, porque não pode.
Não podemos concordar que nos retirem atribuições ao tribunal de Ourém. É que não pode ser!!!
Somos o segundo maior concelho do distrito de Santarém, e andamos sempre perder serviços, apanhando bonés para os “pequeninos das redondezas”?
Que tem Tomar, Torres Novas ou Entroncamento que nós não tenhamos?
Bah, políticos da treta.
Sempre estivemos muito mal representados a nível de poder central, sempre muito submissos a tudo. 
Oh deputados da nação?

Que falta nos faz um Campelo.


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXXXIII]: Trocadilhos nos pelouros, vistos por um fatimense

Gostava de pedir desculpa, em primeiro lugar, a todos os que nos seguem, pela minha prolongada ausência. Por vezes necessitamos de arregaçar as mangas, de dedicar um pouco mais da nossa vida ao trabalho e, necessariamente, ficam outras coisas para trás.
Não posso contudo deixar de opinar acerca da “extinção” do cargo de Vereador de Fátima.
Tenho tido algumas, boas discussões, com conterrâneos ligados ao movimento Fátima a concelho, que mostram indignação por esta decisão. Eu, pelo contrário, acho que foi uma boa opção.
O Vereador “Fátima” foi algo que na prática nunca resultou, serviu para dispersar energias e para atirar areia para os olhos dos fatimenses.
Penso que um concelho, como um todo, pode ser muito mais bem tratado sem vereadores em exclusivo dedicados a Fátima. E, por favor, não usem o exemplo da obra da Avenida, como hipotético trunfo para a benesse de existir o Vereador “Fátima”.
A obra estava há muito pensada, foi paga na sua maioria por entidades exteriores à Câmara, muito em particular pelo Santuário de Fátima (tão afrontado, bem ou mal, pelo Vereador Fátima).
Mesmo assim, pergunto, dadas as atribuições entretanto tornadas públicas, que diferença prática se vislumbra, quanto a Fátima, no antes e pós eleições?
Nazareno do Carmo continuará com muitas responsabilidades em exclusividade na nossa freguesia, por isso continuará a ser um Vereador Fátima, sem Fátima.

É razão para dizer, “em equipa que se ganha, não se muda, e em equipa que perde muda-se muito pouco.”


sábado, 26 de outubro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXXXII]: Um verdadeiro senhor por terras de Ourém

Já o tinha dito aqui, e sinto-o de verdade.

Sérgio Ribeiro é um senhor que muito honra Ourém. 
Fica aqui uma curiosidade que o próprio partilhou no seu blogue, visitem:




Declaração de interesses: Até hoje nunca votei  PCP, mas devíamos-nos orgulhar todos de possuir tão destacado economista nas nossas vivências quotidianas.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXXXI]: A mania dos não remunerados

Por estes dias vive-se em Ourém uma mania, a dos não remunerados.
Ou seja, alguém que julga, por não levar o salário para casa, que ganha maior legitimidade para atuar em certo sítio e sentido.
Muito bem, são ideias, das quais discordo em absoluto.
Na realidade acabamos por pagar os políticos que queremos ter, ou seja, senão estamos dispostos a pagar muito, então nunca (ou raramente) teremos os melhores na chancela da causa pública.
Quer no caso do Vereador Frazão, quer no caso do agora ex-Vereador José Alho (leiam aqui a notícia) é incompreensível a atitude dos visados.
O primeiro acerta um desacordo qualquer e diz rejeitar qualquer remuneração. Pudera, está reformado e não a pode acumular...
O segundo vai para Professor, (de uma escola em Ourém? duvido...), e continua a administrar uma empresa que tem um peso brutal nas contas municipais?
Tipo quê? Mercearia em part-time?
Se alguém a tempo inteiro não controla aquilo, quanto mais um administrador em part-time não remunerado.
Servirá para duas coisas apenas, penso eu:
Perpetuar tachos existentes e ficar na antecâmara do lugar de vereação que a curto/médio prazo lhe vai cair no colo.
Por favor, orientem-se, ganhem “tino” e honrem os vossos compromissos. O povo anda a ficar farto de tanta trapalhada, de parte a parte, e dia 29 foi um bom aviso para todos os partidos políticos…

Abstenção, nulos, votos brancos….

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Desafio a troco de nada…

Na vida nem sempre o tempo é aquele que nós gostávamos que fosse, ou seja, nem sempre conseguimos fazer tudo, de forma tão bem feita, como gostávamos.
Outras vezes precisamos de dar a mão à palmatória, perceber que, com tempo, ou sem ele, necessitamos dos outros para aprendermos, para fazermos melhor o que nos propomos.
Hoje o que nos faz escrever é isso mesmo:
1-      O tempo não é quanto gostávamos;
2-      Há que dar espaço a quem tenha mais jeito.

Sendo assim estamos recetivos a quem queira fazer parte desta equipa, a escrever connosco sobre política, de forma desinteressada, não partidária, cívica e descontraída.
Como se de uma conversa de café se tratasse.
Enviem para fernandomarto1963@gmail.com a vossa intenção, oferecemos:
1-      Boa disposição e respeito;
2-      Participação no Blogue de política mais lido de Ourém;
3-      Equipa constituída por um gestor credenciado e por um profissional liberal.

Damos preferência, mas atenção é só preferência, por uma questão de equidade:
4-      A alguém do sexo feminino;
5-      A alguém residente no norte do concelho.

Obrigado, força esperamos as vossas ideias e propostas.



sábado, 19 de outubro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXXX]: Oh Professora, por vezes calada era uma poetisa

Sinceramente,
O nosso blogue nutre um respeito genuíno pela Professora Deolinda Simões, como de resto ainda fizemos questão de salientar no último post, em que nos referimos a ela. Vejam aqui.
Quando seriam de esperar palavras de simpatia, recíprocas, eis que a resposta da Professora, hoje de manhã, foi esta:

Professora, nós não andávamos calados a seu respeito, tínhamos acabado de referir-se a si como uma mulher de convicções, que merecia o nosso sinal de respeito.
Era o terceiro post em que foram expressas palavras de simpatia para consigo. Veja e depois comente com conhecimento de causa.

Sim, é verdade, irá continuar na Presidência da Assembleia Municipal. Mas orgulha-se disso?
Perdeu em toda a linha Professora, só na secretaria da AM é que foi eleita Presidente. Desta vez, Professora, não foi o povo.
Pode achar-se vitoriosa, mas aqui os Santos Tomés, têm a certeza que a Professora ontem foi derrotada em toda a linha.
Já imaginou perder para o Deputado Gameiro, há 4 anos, da mesma forma?
Duas derrotas, essa, com uma falta de humildade que não lhe reconhecia, e o facto de ter deixado discursar o Vereador Frazão, depois do Presidente, quebrando todo o protocolo que o momento solene impunha.
Vergonhoso, empossou dois Presidentes de Câmara, participou numa eleição ridícula, e pior que tudo, orgulha-se disso.

Professora, por favor. Não trate mal quem diz bem de si.
Agora tudo tem limites.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Poupar para cortar, imposto selos e afins…

Um dos objetivos da política económica, democrática, é o de dirimir das desigualdades sociais. Promover uma economia de mercado, regulada pela fiscalidade, com a qual se financia o estado social: retirar mais a quem o tem, para dar a quem tem menos.
Não me é estranha portanto uma política de fiscalidade feroz, dado o que vivi ao longo destes quase 30 anos de exercício profissional.
Contudo deixo um alerta ténue, um desabafo, a quem nos lê.
Cuidado, o nível de pressão sobre rendimentos e detenções patrimoniais está a atingir um nível perverso.
Começa a dar a sensação que o estado incentiva à poupança para depois a tributar “a torto e a direito”.

O mexilhão lixa-se, o peixe graúdo dá cor a um exfluxo de capitais para sítios paradisíacos. E, de corte em corte, continuamos na mesma.


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXIX]: OE - Árvore de folha caduca

As transferências do Orçamento de Estado (OE), para os municípios, têm sido uma árvore, mas cada vez menos das patacas.
Ou seja, as transferência do Estado para as nossas autarquias vêem a diminuir, apesar dessa diminuição ser residual para a globalidade do concelho de Ourém, quando comparado com o Fundo de Financiamento das Freguesias de 2013, ou com as transferências do orçamento de estado para a autarquia, no biénio comparativo 13/14.
O OE, para o ano de 2014, prevê uma transferência de 785 168€ para as 15 freguesias, (apenas) menos 10 813 € do financiamento para as 18 freguesias em 2013 (-1,35%), e uma injeção de 10 557 787 € no Município de Ourém, menos 319 231 € que no período homólogo (-2,93%).

O coelhito anda lambão, mas não cortou as unhas rentes, como poderia ser de supor. Uma boa gestão é o que se exige, porque se tivéssemos feito isso no passado, hoje não estaríamos tão órfãos do futuro.


Transferências para as Freguesias (OE2014)

 Transferências para o Município (OE2014)

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXVIII]: Previsível ou não!

Depois das urnas, após o frenesim da campanha, eis que as hostes politicas oureenses começam a assentar, que nem as borras da água-pé a ferver.
Para já existem várias dúvidas sobre o elenco governativo, extensiva a outros lugares na Assembleia Municipal.
Do que se sabe, a Professora Deolinda Simões promete cumprir o seu mandato, como mostrou ao Notícias de Ourém, forma bastante emotiva e digna da nossa simpatia. Mulher de convicções, boas ou más, ... não interessa.
O Vereador Luís Albuquerque assumiu também a intenção de vir a ser investido como tal, situação que por si não mostra grande surpresa.
O que acaba por surpreender é a atitude do Dr. Vítor Frazão, que abnega de um lugar de vereação efetiva, para algo que refere ser um compromissode governabilidade(cliquem aqui).
Seja como for é a segunda vitória do senhor do bigode, e talvez a atitude mais sensata para quem não precise de um vencimento para viver.

Quem acaba por cair é o 4.º vereador socialista, que aparenta cada vez mais não ter lugar no círculo de poder oureense, a menos que um qualquer tachinho lhe surja, e se este tiver humildade para o receber.
Duvido que isso aconteça, mas o mandato é longo, e haverá como já se esperam, jogos de cadeiras. 
O sol voltará a sorrir-lhe.

Fonte: Jornal Notícias de Fátima

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Reciprocidade?

O Jornal de Angola, país no qual Portugal possui muitos interesses económicos, voltou a atacar ferozmente o nosso país.
Escreve o Jornal que:
"É altura de dizer basta. A Bandeira, o Hino Nacional e o Presidente da República de Angola são os símbolos da nossa pátria. Não podemos admitir que em Portugal, políticos e jornalistas, intelectuais com ideias submersas em ódios recalcados não respeitem os nossos símbolos nacionais e desonrem os titulares dos nossos órgãos de soberania".
Credo, que veleidades. Recalcamentos há muitos, mas a elite angolana tem que encontrar reciprocidade nos moderados portugueses, não julgar o país por alguma eventualidade que entendam justa.

Precisamos muito deles, é o que vale, temos que tolerar (quase) tudo.


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXIVII​]: Só se admira quem quer, PJ e CM de Ourém

Há pessoas que se surpreendem, outras como eu, encolhem os ombros e pensam:

1-     Não me espanta, não há fumo sem fogo.

Ou ainda:

2-     Eu não metia as mãos no fogo por ele.


É que dessa humilhação nem os amigos Maçons o safaram!

Pois é, até prova em contrário, todos somos inocentes.

Mas uns mais que outros.

Calma, não há histórico de condenações por corrupção em Portugal, apesar de sermos oficialmente um dos países mais corruptos do mundo.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXIVII]: Palhaços a sério

Quando hoje cheguei a Ourém cruzei-me com uma carrinha, com uns altifalantes, a anunciar um qualquer espectáculo.
De repente pensei: “Mas as eleições já foram, ainda andam em campanha?
Afinal era mesmo para um circo real, não um circo simulado.
É bom ver que o circo chegou à cidade, pelo menos podemo-nos rir do marasmo, com palhaços verdadeiros.



Tá-se bem por Ourém [03-LXIVI]: O outro vencedor da noite autárquica oureense

Um senhor.
Na política há eternos vencedores, atores que não precisam de votos para terem a nossa admiração, não precisam de cativar multidões para que estas fiquem cativadas a eles. São pessoas de valor, com valores, que merecem o carinho de todos, ganhando ou perdendo.
As percentagens pouco/nada contam quando falamos de pessoas como o Dr. Sérgio Ribeiro: Os vencedores somos nós, oureenses/fatimenses, por possuirmos tamanho ativo na nossa Assembleia Municipal.
A CDU voltou a eleger um elemento para este órgão, do qual esperaremos sempre o mesmo esmero, a dedicação que nos habituou.

Na política ainda há coisas, a democracia é uma dela. 



segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Eu e mais 45.410 eleitores

O nosso partido era o Porto, foi este o mote que levou o RUI à liderança da segunda autarquia mais importante do País. Uma chapada de luva branca aos partidos políticos, uma vez que os grupos independentes ganharam em toda a linha na maioria das freguesias portuenses.
Fico feliz por, de forma residual, ter participado no projeto do Rui Moreira. Boas propostas, um programa robusto nas áreas da economia, inovação e emprego, desde o Mercator ao novo centro de congressos.

Não fiquei para a festa, mas fiz parte dela. Força nessa liderança a norte.

Ps: Pela primeira vez votei fora de Fátima, modernices do chamado cartão do cidadão. Mas por ti Rui, valeu a pena.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXIV]: Primeiro o 25 de Abril de 2009 e agora o PREC de 2013?

Paulo Fonseca foi, a seguir a Deolinda Simões o grande derrotado da noite. A festa em Ourém soube a derrota, bastou comparar o “entusiasmo” de dia 29 com aquele que presenciei em 2009, do qual fiz parte.
A demagogia, a promessa barata, a suposta retidão de perfil, seriedade política, desvaneceu-se completamente, num discurso que já conteve palavras como consenso.
O povo de Ourém acordou, percebeu que não vale a pena se iludir: PS, PSD/CDS, trazem-lhe os mesmos ganhos, os gastos é que podem ser diferentes.
Foi uma derrota a 3, não uma vitória a 4.
Segue-se um cenário terrível, com os devaneios do bigode a poderem imperar.
1 - Que lugar restará a José Alho? Haverá um lugarzinho dourado para ele?
2 - Que arranjos haverá no elenco governativo?
São questões que vão interessar o debate político oureense.
Agora, quem tem toda a máquina governativa na sua mão, o aparelho de comunicação oficial, e não ganha por 10%, é derrotado (quanto mais por apenas por 120 votos).
Uma última palavra para a Professora Deolinda Simões, de gratidão, já que muito provavelmente não irá assumir o seu mandato. Uma palavra de apreço e agradecimento por alguém que, de forma abnegada, ideológica e transparente, vivenciou a vida política oureense.
Das poucas pessoas que o fez com carácter, com determinação, estoicamente e com pouco em troca.
Sem lugar, sem tachinho, sem emprego.
São palavras justas, senhora Professora.

Abraço de um sempre aluno.


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXIII]: E a última recordação é a que conta…1500 euros para os pardais…

Transparece daqui que, em Ourém, só se soube a data das eleições autárquicas em setembro, que estas eram uma realidade desconhecida e, por isso o calendário das diversas reuniões não foi adequado atempadamente.
Daqui se mostra que o rigor na causa pública é algo que existe sempre em doses QB. 
Primeiro está o interesse pessoal, depois o partidário, e só no fim o interesse global.
Ora, por exemplo, 1500 euros davam para mais de 300 refeições para pessoas carenciadas. Quantas pessoas no concelho, por estes dias, não têm uma refeição equilibrada em termos nutritivos?

Pois, 300 podiam ter um dia mais feliz. Seria a chamada social-democracia, o estado de bem-estar social a funcionar, tal qual Sá Carneiro desejaria, não é Professora?


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXII]: Francamente Prof. Deolinda, pela boca morre o peixe…

Seis dias antes das eleições autárquicas decidimos suspender a actividade blogueira, pois acreditámos que seria a melhor forma de não nos imputarem leituras políticas: Sublinhamos, somos um blogue apartidário.
Tentámos apaziguar algumas “pequenas questões” que as nossas escritas suscitaram, agradecemos, ainda, o facto de terem feito de nós o blogue de política mais lido do concelho de Ourém.
Eis a resposta arrogante, mal educada e despropositada da Professora. Repito fomos sinceros, queríamos apaziguar os nossos diferimentos.

Oh!. Que pena agora que estava a divertir-me tanto!
Não calculam a falta que faz o melhor blog de política de Ourém. É sagaz, é educado, traz os melhores debates de sempre.
Devo dizer que estou penalizada, mas a decisão é vossa. Cá os esperarei quando voltar a assumir a presidência da Assembleia. Apareçam por lá, o Moura e outros da pandilha gostarão de vê-los.
E viva Sá Carneiro!

Não percebo esta citação.
O Moura e o das pandilha? Mas esse não era o seu partido Professora?
Quando assumir a Presidência da Assembleia? De quê? Da associação dos ex-políticos que não souberam sair pela porta grande e venderam-se?
Sabe Professora, devemos ser educados quando alguém tenta apaziguar o azedume que nos consome.

Parabéns, foi a grande derrotada de ontem.




segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXI]: Retomaremos a emissão dentro de momentos

Sei que nem todos concordam com o que fomos escrevendo, muitos conotam-nos com forças políticas, à medida que vão saindo os nossos pontos de vista sobre o que quer que seja que achemos interessante.
A escolha de uma ementa, a negociação de um carro, a forma como vivemos e atuamos, tudo isso é política. É isso que aqui vos trazemos.
A política da vida, muitas vezes confundida com a vida da política. 
Chamam-nos burros, esculhama, replicamos, tudo com amor e em fim de linha, respeito.
Gostamos de todos, mas amamos a nossa terra.
Não vamos apelar ao voto a ninguém, vamos dizer que devem votar. Vão e mostrem que a sociedade está viva.
A partir de dia 30 voltaremos à carga, e os eleitos terão que se haver connosco. É assim que funciona a democracia.
Respeitaremos mas não nos iremos vergar às fatalidades, nem às falsas promessas. Agora é hora dos candidatos, obrigado por nos lerem, obrigado por terem feitos de nós o blogue de política mais lido de Ourém.

Agradecemos ainda de forma muito carinhosa e verdadeira os contributos e os escritos da Professora Deolinda Simões. Por mais ridículo que pareça este parágrafo ele reflete o respeito por alguém que acreditamos ser uma idealista, uma lutadora.

Infelizmente, vítima do mais brilhante orador da história democrática de Ourém, mas isso o futuro lhe fará ver. Até lá a nossa estima, Professora.


domingo, 22 de setembro de 2013

Tontos

Surreal, um debate que assisti esta sexta-feira, em Loures, entre alguns dos candidatos à Câmara Municipal. Deu vontade de rir em alguns momentos, que carolice.
Agora a sério, é isto que a política tem para oferecer?
Para começar o candidato do PS não conseguiu disfarçar o enredo familiar que se apoderou do município, o da CDU, quando se falou de desemprego (apenas de 12% para aquele município), referiu a necessidade de se instalarem novas empresas, de se atraírem investimentos, de se acarinhar a iniciativa privada.
E, mais, de se negociar condições com a banca para se atraírem mais investimentos. Não é neoliberalismo?
O candidato da coligação, que inclui o PSD, por seu turno, namoriscou todo o debate o candidato da CDU, referindo que este daria um bom Vereador, e que caso ganhasse o convidaria para tal.
Enfim, que tonteira.

Fico contente, afinal não é só por Ourém.


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LX]: Burros e burros, que não estão em vias de "esticão".

A Professora Deolinda Simões, Presidente em exercício da Assembleia Municipal, qual garante da democracia oureana, decidiu desatar as abetardas no nosso blogue, retaliando dois comentários, um meu, outro do Fernando.
Sobre o meu, acerca dos cortes de pensões, que defendo na atribuição dessas reformas e pensões (efeito para o futuro e não retroativamente), respondeu:

“Não és doido, mas és burro. Como o teu amigo Marto!
Só defende o corte em pensões legalmente atribuídas quem nunca descontou para a segurança social.
Burros! Burros! Burros!”

Antes tenho uma declaração de interesses a fazer, Professora: Sou trabalhador, com 20 anos de descontos, mas nunca usufruirei desses descontos.
E a Professora? Que declaração de interesse tem a fazer? Quanto recebe por mês?
Qual era o seu vencimento?
Senão quiser responder diga antes, descontou tudo o que já recebeu?
Faça comigo as contas, se trabalhou 45 anos, descontou o suficiente para pagar 5 anos e 1 mês de pensão.
Está aposentada há quantos?
Chame burro a quem quiser, mas não trata assim os seus eleitores, porque eu não lhe chamei isso. Cada um fale por si.
Respeite os nossos descendentes, tal como o meu filho, os meus futuros netos, que dificilmente usufruirão dessa benesse paternal.
Já quanto ao Fernando, sobre o “cogumelo ilegal”, digo-lhe só que ele tem uma carreira que fala por si.
Orgulho-me de ser seu amigo de juventude. Sabe, nunca se esqueceu de onde veio. Fala sempre com propriedade, e é sobre essa que o calo lhe dói.

Se o que ele disse é mentira, desminta-o!!! Se for verdade, cale-se.


Tá-se bem por Ourém [03-LIX]: Sim, faz sentido, mas isso é da competência do Presidente!

Quando questionado sobre o encerramento, em determinados dias, do Posto de Turismo de Fátima, numa altura de época alta, o Vereador Nazareno respondeu que, sim, de facto não faz sentido, mas isso é competência do Presidente.
Que tenha sido essa, a resposta dada a alguns colegas seus hoteleiros, eu até percebo. 
Mas a um jornal regional? Que raio de coesão é essa? Um executivo não responde por si mesmo?
O Nazareno, que bem conheço, é bom homem, e foi sincero. Mas a menos de 15 dias das eleições?
Basicamente, confirmou que o Posto está mal localizado, e que não deveria fechar aos fins-de-semana e para férias, em plena época alta.
Eu acrescento: É assim que se está a defender a minha terra? É assim que se pretende a internacionalização do município que já custou tantos milhares?
Vocês (tu não Nazareno) querem é passeio.
Outra coisa engraçada foi ter sido advogada a criação da Entidade Regional de Turismo do Centro para estarmos em banho-maria, até se dar uma decisão ao caso.
Que giro, mas não foi nessa Entidade na qual foi brilhantemente eleito Paulo Fonseca?
Então ficamos a aguardar, e a acumular hipotéticos prejuízos, enquanto empresários de Fátima? 
Que imagem estamos a vender?

Nazareno, deixa essa escumalha. Abraço.


terça-feira, 17 de setembro de 2013

E de política?

Pedro Passos Coelho disse, no Cavaquistão, que não iria mudar de discurso apenas por causa das eleições. A minha grande pergunta é: E de política?
Para quando se quebram de forma expressiva as rendas das PPPs, para quando a badalada reforma do Estado, de cortes no sector intermédio, para quando as medidas de incremento económico?
Para quando!??
Pois é, o discurso não muda, o que até mostra coerência, que é necessário compreender. Mas não se falou numa nova política? Oh Sr. Irrevogável?
É que se for para ser tudo igual que voltem o Gaspar e o Álvaro, porque eles estavam a fazer o seu trabalho “regular”, do qual não se sentiu quebra.
Uma nova política precisa-se, com cortes, sim está bem, mas com vivacidade e até de ruptura. Cortar em pensões?
Sim, acima de 1500 euros cortar progressivamente até aos 50%, para pensões superiores a 5000 euros.
Precisamos de um Estado Social, não de um Estado Paternal.
Sou doido?

Que seja, mas cortar uma pensão inferior a uma mensalidade de um lar, não me entra na cabeça.


Tá-se bem por Ourém [03-LVIII]: Gerir coisa pública - E o burro sou eu?

Em Fátima, à revelia de qualquer legislação, cresce um cogumelo de uma qualquer instituição religiosa.
Junto dessa mesma instituição encontram-se diversos terrenos, dos quais, aos proprietários, cabe a potencialidade de fazer: nada!!! 
Contudo, a esses, não são feitos favores.
Deixo a pergunta no ar a todos os que nos governam e têm consciência:
Sabem o que licenciaram? 
É que eu, conjuntamente com muitos proprietários da envolvente, temos um entendimento diferente da lei. Ali não se pode construir nada.
O cogumelo é venenoso e, noutros lugares, alguém podia morrer (politicamente) por ingeri-lo.
Como diria o Notícias de Ourém, aqui há tempos: “Por legalizar”.
Amigos, dá perda de mandato o que fizeram.
Depois digam que eu chamo escumalha, por chamar. 
É que se juntar as asneiras dos anteriores executivos a esta, dava dinheiro para pagar muita dívida.

Não é, oh Castela? 
Professora Deolinda, e o burro (escumalha) sou eu?


domingo, 15 de setembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LVII]: Trapalhadas

Até estando fora vou percebendo que Ourém foi, mais uma vez, alvo de chacota, de gozo nacional.
“Os parolos que querem festival de cinema, pagam um balúrdio e não vêem nada”.
Está certo, quem tiver esse raciocínio está certo. Então é esta a gente que faz (clique para ver)?

Caros concidadãos, durante a campanha eleitoral quando vos tentarem eludir e, relembrando o passado ou novas imposições legais, justifiquem as promessas que ficaram por fazer, lembrem-nos destas misérias, das touradas e outras despesas que tal…

Professora Deolinda, que tem a dizer?
Eu é que sou a escumalha, mas sabe quantas bocas se alimentavam anualmente com este dinheiro? 
Pois é, assim realmente não há Social-Democracia que resista.